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Memórias de Baobá II

Africanidade em destaque no encontro em torno do Baobá do Passeio Público

O Núcleo das Africanidades Cearenses convida para o II Memórias de Baobá, um evento que traz a nossa relação com a África e a afro-brasilidade/afro-cearensidade. Entre 22 e 25/11 no Baobá da Praça do Passeio Público. Capoeira angola, percussão, dança afro, danças populares afro-brasileiras, lançamento de livro, oficina. Participe!
Baobá do Passio Público
Baobá do Passio Público
MEMÓRIAS DE BAOBÁ II

O Ceará tem o privilégio de possuir vários baobás, a maioria não catalogada. Só em Fortaleza existem no mínimo seis, sendo o único reconhecido oficialmente e tombado pela prefeitura, o Baobá do Passeio Público, fez exatos 100 anos em 2010. Pela sua importância enquanto símbolo da contribuição e resistência negras no país, o NACE – Núcleo das Africanidades Cearenses, escolheu comemorar Zumbi dos Palmares e o mês da Consciência Negra ao lado do baobá, no intuito de torná-lo referência da presença e cultura negras do Ceará.

O sucesso da primeira edição do Memórias de Baobá estimulou o NACE a organizar o segundo, com o mote LEMBRANDO A NOSSA ANCESTRALIDADE AFRICANA: ESCRITURAS REVELADAS PELO NOSSO CORPO-ÁRVORE.

Assim, entre os dias 22 e 25/11, o II Memórias do Baobá irá oferece atividades de escritura de diferentes gêneros, fincadas no relato da ancestralidade:

- Lançamento do livro Consciência Corporal e Ancestralidade Africana, de Norval Cruz;
- Lançamento do livro Rei Galanga, de Geranil de Costa e Silva;
- Árvores de Saberes realizadas em oficinas ministradas pelas professoras Sandra Petit e Maria Inez de Lima Almeida, direcionadas a aluna/os respectivamente do MOVA e da FACED-UFC;
- Livros artesanais produzidos em oficina ministrada pela professora Heloisa Pires Lima;


Complementando a linguagem da escritura, O II Memórias do Baobá apresenta ainda outras expressões das palavras do Corpo, quer sejam:

- Performance teatral FM Baobá coordenada por Francisco Wellington Pará;
- Performance teatral com tema LOA, coordenada por Ghil Brandão;
- Apresentações musicais com grupo ACABACA, Boi Pretinho, Maracatu Solar, Maracatu Nação Baobá;
- Roda interativa com grupo de capoeira angola Òrun Aiyé;
- Vivências de culminância das oficinas;
- Exibição do documentário "Memórias de Baobá".

abraçando o Baobá

Abaixo quadro resumindo a programação:

MEMÓRIAS DE BAOBÁ II
LEMBRANDO A NOSSA ANCESTRALIDADE AFRICANA:
ESCRITURAS REVELADAS PELO NOSSO CORPO-ÁRVORE


22/11: das 8 às 12h e 14h às 18h
Oficina do livro: A semente que veio da África para Fortaleza.
- ministrante: Professora e Autora Heloisa Pires Lima (vagas limitadas será emitido certificado)
- local: no Baobá do Passeio Público

23/11: das 17h às 21h
Roda interativa com grupo de capoeira angola Òrun Àiyé; Culminância das oficinas com o MOVA-Brasil; Exibição de filme Memórias de Baobá; Participação especial da Professora Heloisa Pires Lima; Interações musicais com afoxé Acabaca e Maracatu Solar.
- local: no Baobá do Passeio Público

24/11: das 18h às 21h
Lançamento do livro Rei Galanga de Geranilde Costa com Participação especial da Professora Heloisa Pires Lima; Confraternização musical com Grupo Boi Pretinho e Maracatu Baobab.
- local: no Baobá do Passeio Público

25/11: das 19h às 21h
Lançamento do livro Consciência Corporal e Ancestralidade Africana, de Norval Cruz, pela Fundação Demócrito Rocha
- local: no Baobá do Passeio Público

Baobá do Passeio Público


Memórias de Baobá - Segunda Edição
entre 22 e 25/11
no Baobá da Praça do Passeio Público (centro de Fortaleza)
participação aberta a toda/os - ENTRADA FRANCA
info: (85)8780-6904 e nace.afro@blogspot.com
http://naceafro.blogspot.com



>>>>>>>>>>>>
A ancestralidade é a base da identidade das populações africanas e afrodescendentes, desta formação a saudamos. As representações da filosofia e da cosmologia africana implicam na representação da
existência como uma manifestação de energias que
precisam se manter em equilíbrio.

A representação social destas energias é dada pela dança. Dançar consiste em representar as forças da natureza, as histórias da existência humana e a socialização da comunidade. A festa é um símbolo e uma prática fraterna de vida em sociedade. Nós acreditamos que não existe uma boa educação dos afrodescendentes sem a dança e sem as festas, sem
movimento do corpo social, sem a reflexão entremeada
de batuque e vivências da cultura de base africana.

Neste sentido é que nasce este projeto de extensão que pretende ser uma prática ativa do fazer intelectual e da cultura afrodescendente na Universidade Federal do Ceará.

21/11/2011

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Comentários

Lista de comentários

Gilberto Vasconcelos comentou:

26/01/2012 23:10

Sou um pesquisador da árvore Baobá no Brasil e lancei o MAPA DOS BAOBÁS DO BRASIL em out/2011. Continuo a minha pesquisa e gostaria de ser informado onde estão os outros baobás do Ceará além do passeio público e SESI.

www.baoba.moonfruit.com

http://respireessaideia.org - projetobaoba@hotmail.com

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